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Wimbledon 2013

Andy Murray pode, enfim, conquistar o caneco britânico – Wimbledon.com

Hoje começa o principal torneio de tênis do mundo, o mais charmoso e preferido da maioria dos tenistas e amantes do esporte. Wimbledon é um dos poucos sobreviventes do tênis tradicional, com suas quadras de grama natural, algo raríssimo na atualidade. Sempre foi o berço de jogadores agressivos, mas recentemente perdeu também esta característica, devido a tecnologias que reduziram a velocidade da grama e principalmente das bolinhas, para que as partidas tenham mais ralis e menos pontos decididos rapidamente, com a força do saque e dos voleios.

Eu lamento esta tendência da última década, que tornou as partidas bastante semelhantes independentemente da superfície, e acabou com os especialistas em um determinado estilo, algo que trazia grande variedade ao circuito de tênis, especialmente da ATP. O tênis atual não permitiria o sucesso de um Pat Cash, que sempre chegava com perigo nos torneios em quadras rápidas, e conquistou brilhantemente o torneio de Wimbledon em 1987.

Após praticamente gabaritar nas previsões de Roland Garros no mês passado, aqui vão as de Wimbledon, como de costume a partir das quartas-de-final, com os semifinalistas em negrito e os finalistas em itálico:

Feminino

S.Williams x Kerber / A.Radwanska x Halep

Stephens x Sharapova / Kvitova x Azarenka

Masculino

Djokovic x Berdych / Ferrer x Del Potro

Nadal x Federer / Tsonga x Murray

Não consegui evitar os 8 principais cabeças-de-chave no masculino. A distância deles é muito grande, e os candidatos a surpresas como Tommy Haas acabaram dando azar de cair na chave dos craques, portanto não vejo como possam chegar muito longe. Djokovic teve muita sorte e terá um caminho bastante tranquilo até a final, com exceção do possível embate contra Haas. Em compensação a parte de baixo da tabela está o capeta ! Acho que Andy Murray se dá bem, aproveitando o provável desgaste do vencedor de Rafael Nadal e Roger Federer, e chega na final. Mas desta vez ele leva o tão esperado caneco, após décadas de sofrimento dos britânicos nas gramas de Wimbledon.

Serena Williams deve continuar passando a régua no circuito feminino. Chega sem sustos na final, onde deve enfrentar a vencedora da parte de baixo, que é muito parelha e pode ter qualquer uma das candidatas que listei acima como representante na final.

Bom torneio a todos.

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Nuggets de Julho

Federer beija seu sétimo troféu em Wimbledon – Paul Zimmer/rogerfederer.com

Volto à atividade ao blog, após mais de um mês ausente, devido às diversas mudanças que têm tomado imenso tempo, mas que estão sendo resolvidas e espero em breve retomar um ritmo mais constante e retribuir meus queridos leitores com textos mais frequentes. Queria escrever este post na semana passada, mas esperei um pouco mais para poder incluir alguns assuntos que considerei pertinentes, e que teriam seu desenrolar nesta semana. Adianto que será um texto relativamente longo, mas espero que gostem.

O último mês foi recheado de grandes eventos esportivos, com resultados que geraram muita discussão e obtiveram imenso espaço na mídia internacional, e que discutirei dentro deste post, que chamei de nuggets, que em inglês significa pepita (normalmente de ouro, não de frango), termo utilizado por um professor que tive e que pedia aos alunos para resumirem cada aula, através dos principais nuggets que foram discutido na sala. Aqui vão as pepitas do último mês:

Volta ao Brasil

Após quase quatro anos morando em Charlottesville (VA-EUA), retornamos ao Brasil no último dia 21 de junho. Ao contrário do que muitos falaram, as coisas continuam, na minha opinião, do mesmo jeito por aqui. O que diziam ter piorado muito não piorou tanto, e o que melhorou evoluiu menos do que me contaram. Ainda estou morando na casa da minha sogra, mas recebi meu apartamento de volta há uma semana e espero tê-lo em condições para habitá-lo até o final do mês. A mudança dos EUA foi trabalhosa, custosa e corrida, e o container com a maior parte da mudança deverá chegar apenas no final de agosto, portanto “acamparei” em casa por um tempinho. Praticamente acertamos a escola das crianças e estou com boas perspectivas para definir onde e com que irei trabalhar, e em breve trarei novidades. A primeira coisa que fiz foram retornar ao clube, e já tive o prazer de jogar duas vezes na Copa Sïrio, algo que estava com muita saudade, Meus filhos estão adorando passar quase todas as tardes no clube e isto tem ajudado demais nestes dias atribulados que eu e a Chris temos tido aqui em São Paulo, correndo atrás de documentos, reforma de apartamento, etc.

NBA Finals

Ganhamos !!! Mau Miami Heat tornou-se bicampeão da NBA (2006 e 2012), após um sofrido playoff que parecia uma montanha-russa, onde o time enfrentou desfalques, críticas, brigas internas e especialmente adversários fortíssimos e ultra-inspirados. Ocorre que, ao contrário das finais de 2011, quando LeBron James mostrou-se inseguro nas finais contra os Dallas Mavericks (mesmo tendo jogado demais contra o Chicago Bulls na final do Leste, algo que ninguém dá valor), em 2012 James destruiu os adversários em todas as rodadas, incluindo partidas memoráveis como o jogo 4 contra o Indiana Pacers, o impossível jogo 6 na casa do Boston Celtics e especialmente nas finais, no decisivo jogo 5 contra o ótimo Oklahoma City Thunder.

EURO 2012

A Espanha continua a reinar e encantar o mundo com seu futebol, conquistando sua terceira EURO ao bater a Itália por 4×0, com um show de competência, espírito de equipe e organização, e para muitos se posiciona como a maior equipe de futebol de todos os tempos, à frente de outras máquinas como a Hungria dos anos 50, o Brasil dos anos 60 ou a Alemanha dos anos 70. Os espanhóis ainda dominam os adversários com seu estilo tiki-taka, de inúmeros passes curtos, com altíssima precisão, e devoção total à retomada da posse de bola, o que impossibilita os adversários  de criar jogadas de gol. Este estilo fez com que a Fúria atingisse o impressionante desempenho de dez partidas seguidas de mata-mata, nas EURO 2008 e 2012 e na Copa do Mundo de 2010, sem levar gols. Este número é absurdo e representa a superioridade do time, que apesar de sofrer para marcar gols, simplesmente não sofre nenhum perigo, e a esperança adversária está em alcançar a disputa de pênaltis. A Espanha tem tudo para manter-se, com folga, no topo do ranking da FIFA, e é a favorita disparada para a conquista da Copa de 2014.

Libertadores 2012

Finalmente o Corinthians venceu uma Libertadores. Recebi muitas ofensas de corintianos nos meus posts sobre a competição, apesar de que, desde o início, considerei o time um dos favoritos, mas achava que as limitações ofensivas impediriam que o time superasse o Santos, na semifinal. Mas o time da baixada, mau comandado pelo fraco Muricy Ramalho, nada fez diante do rival e, apesar de ter um elenco mais talentoso, foi eliminado justamente, e não pode tentar o tetra frente os argentinos. Torci para a derrota dos sardinhas e na final, pouco me importava com o resultado, pois não gosto de nenhum dos dois times, mas achei que o alvinegro de SP foi o que mais mereceu este título, pela campanha incrível que fez durante todas as fases. Não há como contestar, descaracterizar ou tentar diminuir esta conquista, que além de invicta foi obtida contra adversários que, apesar de fracos tecnicamente, tinham imensa tradição na competição, fato que sempre predominou diante do clube em anos anteriores.

Tênis

Não fiz minhas costumeiras previsões para Wimbledon, que mais uma vez seriam incorretas, pois meus palpites seriam para uma repetição dos vencedores de Paris, com Rafael Nadal e Maria Sharapova. Nadal caiu na segunda rodada, uma baita zebra, e Sharapova nem alcançou a semifinal. Serena Williams renasceu das cinzas e parece que está pronta para retomar o topo do ranking feminino, até o final do ano, e Roger Federer conseguiu algo que parecia impossível. Ganhou seu décimo título de Grand Slam e empatou com Pete Sampras no número de títulos do torneio inglês e no número de semanas no topo do ranking da ATP, um recorde que muitos achavam que o suíço não conseguiria igualar, devido à imensa distância que se encontrava em relação a Novak Djokovic há um ano. Mas Federer papou quase tudo após o US Open de 2011, e na semana que vem terá mais este recorde só para si. Estou muito contente com este resultado, e feliz por ter errado meu palpite, pois vocês já devem ter percebido que não gosto nenhum pouco do espanhol Nadal.

Futebol Brasileiro

O moribundo Palmeiras conquistou, merecidamente, a Copa do Brasil na noite de ontem, fato importante para que o clube possa buscar a retomada de sua posição de força e destaque entre seus pares brasileiros, algo que vinha sendo questionado devido aos péssimos resultados dos últimos anos, que reduziu o clube ao segundo plano, especialmente no Estado de São Paulo. Continuo achando o time fraquinho, mas soube aproveitar da experiência de Felipão para conquistar este título, mesmo com um futebol defensivo e totalmente dependente de jogadas de bola parada, através do excelente capitão Marcos Assunção.

Jogos Olímpicos

Na próxima semana, farei minhas tradicionais previsões sobre os Jogos Olímpicos de Londres, competição esportiva que mais aprecio, inclusive se comparada à Copa do Mundo de futebol.

Um abraço e até breve !

Sumiço

Voltei. Após quase um mês desaparecido do meu querido blog, encontrei um tempinho para esta prazerosa atividade. E o pior é que neste período aconteceram inúmeros fatos que normalmente seriam tratados com destaque aqui no blog, mas que infelizmente não pude apresentar.

Desde minha última aparição em 17 de junho, viajei para Orlando (de carro, totalizando mais de 2,5 mil km em 8 dias), Washington e Virginia Beach, arrumei um novo escritório provisório durante o Summer aqui em Darden, participando de diversas palestras, almoços, coquetéis, reuniões e conference calls, e tentei acompanhar como pude as competições esportivas e acontecimentos mundiais no meio disso tudo. Não pude dar a merecida atenção para nossa hóspede que está prestes a retornar ao Brasil (minha sogra), e provavelmente acontecerá o mesmo com outra que chega na próxima segunda-feira (minha mãe).

Perdi a oportunidade de oferecer minhas magníficas previsões para a Copa América e o Mundial Feminino. Após os jogos desta noite, que encerram a primeira fase, darei meus pitacos sobre a fraquíssima competição sulamericana, mas no caso da competição feminina já estamos coma  final definida. Creio que os EUA vençam o Japão com certa facilidade. Meu palpite original seria de título para as anfitriãs (Alemanha), alcançando o tricampeonato. Pouco assisti a partida entre Brasil e EUA, por estar na estrada, mas acompanhei pela ESPN no BlackBerry e, infelizmente, não me surpreendi com o resultado, pois as brasileiras sempre amarelam contra as ianques.

O ponto curioso foi comparar os comentários nos dois países, completamente contraditórios. Por aqui a indignação com a arbitragem foi muito grande, e no Brasil a impressão foi de que nada de anormal ocorreu. Até agora não entendi a repetição da cobrança do pênalti do Brasil (muito duvidoso, mas que eu provavelmente marcaria, só que não expulsaria a defensora). As imagens que assisti não mostram a longa sequência até a decisão da juíza, mas estranho pois não há reação dajuíza ou da bandeirinha, que seguem normalmente sem fazer nada por vários segundos, e repentinamente começa a confusão com o cancelamento da cobrança. Desconfiando muito da FIFA, como de costume, acho que alguém deu ordem pra voltar no ouvido da juíza, para trazer emoção ao jogo. A competição vinha gerando relativamente pouca mídia e este duelo de titãs precisava de um pouco de emoção.

Meus palpites para Wimbledon foram bons, mesmos em acertar nenhum dos vencedores. Acertei as duas finalistas do feminino, mas apostei em Sharapova, e no masculino achei que Nadal e Djokovic cairiam na semi, com título de Federer, que por incrível que pareça fez uma partida quase perfeita conra o francês Tsonga, mas perdeu em 5 sets nas quartas. Foi um excelente torneio nas duas chaves, confirmando a superioridade de Nole sobre Rafa, de forma parecida com a que o espanho possui contra Federer, pois o jogo é extremamente equilibrado, mas os pontos decisivos sempre acabam com o sérvio, que merecidamente atingiu a liderança do ranking mundial, posto que deverá manter por um bom tempo (acho que no mínimo até março de 2012), devido à relativa falta de pontos para defender no restante da temporada. Quem corre risco de perder posição é Federer, que pouco pontuou em 2011 e defende muitos pontos até dezembro, especialmente o título da ATP Finals em Londres.

Também gostei dos meus pitacos (na verdade chutes) para  Mundial Sub-17. Acertei três dos quatro semifinalistas, mas errei os finalistas, pois Brasil e Alemanha foram derrotados na semi e fizeram um (suposto) jogaço na decisão do terceiro lugar. Os mexicanos aparentemente mereceram o bicampeonato, levando a torcida da casa à loucura e arrebatando praticamente todos os prêmios da FIFA.

Não assisti a final da Libertadores, mas parabenizo o Santos pela conquista merecida. E Muricy Ramalho finalmente conquistou a Libertadores ! Para mim sua chegada ao Santos foi perfeita para ambos, pois permitiu que seu estilo feio e retranqueiro se juntasse à leveza e o talento dos craques da equipe, o que levou o time a superar os adversários com o tradicional sistema 1×0 do técnico. A falta de talentos ofensivos não permitiu que o mesmo ocorresse na passagem de Muricy pelo meu Tricolor, pois na hora do aperto em mata-matas, faltava o pequeno detalhe do gol. Quando pude acompanhar os lances e notícias da decisão, percebi que o rapaz que causou a briga e apanhou dos uruguaios é um amigo meu, Éric. Fiquei triste pois o considero um cara legal, mas que foi muito infeliz ao provocar os jogadores naquele momento de raiva. Além do mais, caso tenha dito “Sou Tri !!!”, deveria saber que os uruguaios são pentacampeões da Libertadores.

Prometo retornar nos próximos dias com força total, comentando a excelente viagem a Orlando, a lamentável situação que paralisou a NBA, a World Series de Poker, e qualquer novo assunto que mereça destaque por aqui.

Previsões esportivas – Wimbledon 2011

 

Mais um Grand Slam de tênis terá início neste final de semana, desta vez o mais importante de todos, o tradicional torneio de Wimbledon, que neste ano completa sua edição de número 125. Por coincidência, o destaque da primeira rodada ficará pelo duelo entre o americano John Isner e o francês Nicolas Mahut, que no ano passado enfrentaram-se na mesma primeira rodada de Wimbledon, no jogo mais longo da história do tênis, que durou 11 horas e 5 minutos, e foi disputado durante três dias. Devido ao fato de que não existe tie-break no quinto set em Wimbledon, Isner e Mahut levaram 8 horas e 11 minutos para decidir o jogo, com parcial de 70-68 favorável à Isner, que serviu 113 aces no jogo contra 103 de Mahut.

Após palpites razoáveis nas previsões para o Aberto da Austrália em janeiro e Aberto da França em maio, aqui vão meus palpites para o torneio inglês. Para o torneio feminino, a partir das quartas-de-final, com os semifinalistas em negrito e os finalistas em itálico:

Wozniacki x Sharapova / Li x S.Williams

Petkovic x Pavlyuchenkova / Kvitova x Zvonareva

Minha final feminina coloca frente a frente a bela, e recuperada, russa Maria Sharapova contra a talentosa, mas feiosa, checa Petra Kvitova. Ao contrário do que ocorre no tênis masculino, o momento do feminino é de total incerteza e ausência de jogadoras dominantes, portanto qualquer palpite acaba sendo um chute. Fiquei surpreso com os últimos resultados da Sharapova e creio que ela chega como favorita em Wimbledon, e acho que leva a taça. As pedras nos calçados das tenistas que coloquei nas quartas serão Goerges para Wozniacki, Stosur para Sharapova, Radwanska ou Ivanovic para Li, a insuportável e horrorosa Bartoli para Serena.

Na parte mais difícil de prever da chave, as veteranas Dokic e Schiavone serão páreo para Petkovic, e Pavlyuchenkova terá outras pedreiras com Hantuchova ou Azarenka. O problema para Kvitova pode vir com Kuznetsova e a vice-campeã do ano passado, Zvonareva, provavelmente terá que passar pela pentacampeã de Wimbledon, Venus Williams.

Aqui vão meus palpites a partir das quartas para a chave masculina:

Nadal x Berdych / Murray x Roddick

Tsonga x Federer / Soderling x Djokovic

Peço desculpas por não conseguir apresentar quase nenhuma surpresa nos oito das quartas, mas fica difícil achar uma surpresa no tênis masculino atualmente. Os únicos tenistas que pegaram uma chave mais chata foram Nadal e Murray, que estão voando e dificilmente sofrerão derrotas surpreendentes. Nadal deve ter um jogo chato na terceira rodada, contra o veterano Haas ou o novato Raonic, e nas oitavas outra pedreira, provavelmente o argentino Del Potro. Berdych não está muito bem em 2011, mas sua chave é a mais fraca até as quartas, com os maiores adversários sendo Chela, Verdasco, Kohlschreiber e Fish. Murray deve ter uma indigesta terceira rodada, contra um dos croatas Ljubicic ou Cilic, e quem sabe oitavas contra Gasquet ou Wawrinka, que não possuem jogo para bater o escocês, mas devem endurecer a partida. Roddick aparenta estar em fim de carreira, mas sempre rejuvenesce em Wimbledon, e tem adversários que pode superar tranquilamente. Os principais obstáculos podem surgir com o espanhol Lopez ou o croata Karlovic, pois não ponho fé em Monfils na grama.

A parte de baixo da tabela está bem mais fraquinha, começando com o caminho que na minha opinião levará Tsonga até as quartas, onde os maiores adversários são o espanhol Ferrer e o talentoso, mas caído, chileno Gonzalez. Federer pode ter um jogo chato contra Nalbandian mas é provável que chegue nas quartas sem perder nenhum set. Soderling terá dificuldade nas duas primeiras rodadas, contra Petzschner e o vencedor de Nishikori e Hewitt, mas depois não pega ninguém atás as quartas. Nole Djokovic nunca brilhou nas quadras de grama britânicas, mas seu caminho é uma piada, e ele só perde para si mesmo até a parte final da chave. Dependendo dos resultados, Nole poderá alcançar o tão sonhado posto de número 1 do ranking da ATP após o torneio, desbancando o domínio Fdeerer-Nadal que dura quase uma década no topo do ranking.

Como muitos especialistas e torcedores, estou achando que Roger Federer levará seu sétimo caneco em Wimbledon em 2011, empatando com Pete Sampras. Seu desempenho em Roland Garros foi brilhante, dando muito trabalho para Nadal, e parece que seu jogo evoluiu com a chegada do técnico Paul Annacone, que treinou Sampras no final da carreira, em situação semelhante à que se encontra o suíço atualmente. A revista Tennis publicou uma matéria muito interessante sobre um dos maiores jogos de todos os tempos, o único confronto entre estes dois monstros sagrados em Wimbledon, nas oitavas de 2001, quando o novato Federer bateu o veterano Sampras por 3 x 2, num jogo equilibradíssimo.

Acho que Federer enfrentará Murray na final, pois tenho a impressão que ele conseguirá bater Nadal numa provável semifinal, acabando com uma série de quatro finais consecutivas do espanhol em Wimbledon (Nadal não disputou 2009). Apesar disso, ainda não será desta vez que Murray conquistará seu primeiro Grand Slam. Acho que se ele continuar crescendo de produção e mantiver o foco, chegará a tal conquista em 2012, provavelmente na Austrália.

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