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Tênis: US Open 2013 e os 40 anos do Ranking da ATP

40 anos do ranking da ATP, de Nastase a Djokovic – Getty Images/ATP

Hoje é um dia muito importante para o tênis mundial. Há exatos 40 anos, no dia 23 de agosto de 1973 (pouco mais de um mês após o meu nascimento), a recém criada Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) lançava seu ranking, com o objetivo de criar um mecanismo que premiasse a meritocracia dos tenistas, colocanco-os em ordem conforme seus resultados nos torneios de tênis da associação.

O primeiro ranking teve o tenista romeno Ilie Nastase encabeçando a lista. Nastase manteve este posto por 40 semanas, perdendo este título para o então veterano australiano John Newcombe em junho de 1974. Mas o reinado durou pouco, e nos final de julho, após apenas 8 semanas, Jimmy Connors assumiu a primeira colocação, e manteria-se na liderança por incríveis 160 semanas consecutivas, um recorde que só foi superado por Roger Federer em 2007.

25 tenistas de diversos países lideraram o ranking nestes 40 anos. Foram 2089 semanas de ranking, e os tenistas que estiveram na primeira colocação são os seguintes, sendo que os tenistas em atividade estão em itálico, bem como as semanas do atual líder do ranking, o sérvio Novak Djokovic:

 Tenistas  Semanas
  R.Federer  302
  P.Sampras  286
  I.Lendl  270
  J.Connors  268
  J.McEnroe  170
  B.Borg  109
  R.Nadal  102
  A.Agassi  101
  N.Djokovic  97
  L.Hewitt  80
  S.Edberg  72
  J.Courier  58
  G.Kuerten  43
  I.Nastase  40
  M.Wilander  20
  A.Roddick  13
  B.Becker  12
  M.Safin  9
  J.C.Ferrero  8
  J.Newcombe  8
  Y.Kafelnikov  6
  T.Muster  6
  M.Ríos  6
  C.Moyá  2
  P.Rafter  1

Algumas curiosidades sobre o ranking são o fato de um único tenista atingiu o posto sem ter conquistado ao menos um torneio de Grand Slam, caso do chileno Marcelo Ríos, que encaixou seis semanas na liderança em 1998, ano em que chegou na final do Australian Open e conquistou três Masters no primeiro semestre, em Indian Wells, Miami e Roma. Ivan Lendl tornou-se o primeiro tenista do mundo um ano antes de conquistar seu primeiro Grand Slam, mas depois conquistou oito em toda a carreira. Os Estados Unidos estão disparado no ranking de tenistas e semanas na ponta, com seis jogadores e 896 semanas, mas o problemas é que há quase dez anos não figuram no topo da lista, e o futuro não promete trazer mudanças neste sentido, pois o pais não consegue revelar bons tenistas há muito tempo. Atualmente não possui sequer um jogador no Top 10.

Outra estatística interessante e a de tenistas que encerraram o ano como lider do ranking, e este grupo é bem mais reduzido, com apenas 16 tenistas em 40 anos. Este é um dos recordes que Pete Sampras ainda manteve, com seis temporadas na liderança, seguido por Connors e Federer com cinco e John McEnroe e Lendl com três temporadas cada. Djokovic e Nadal devem encerrar 2013 como líderes do ranking, e um deles chegará ao seu terceiro ano como o melhor tenista do mundo.

A ATP está celebrando este feito com uma série de eventos em Nova Iorque, e hoje haverá uma festa que poderá ser vista ao vivo, através deste link.

Agora vou fazer, brevemente, minhas previsões para o US Open, que se inicia na próxima segunda-feira e promete ser um grande torneio, principalmente na chave masculina, onde os três primeiros do ranking chegam como favoritos em pé de igualdade, e quem levar a melhor terá grande chance de chegar à liderança no final do ano.

Serena Williams continua nadando de braçada em 2013, ano em que tornou-se a jogadora mais velha a conquistar um torneio de Grand Slam, e apesar de ter uma chave difícil, com a encardida italiana Francesca Schiavone logo na primeira rodada e quem sabe sua irmã Venus nas quartas, não vejo muitas chances para as adversárias diante de Serena na busca do seu quinto título em Flushing Meadows. A aposentadoria repentina da campeã de Wimbledon (Marion Bartoli) e a desistência de Maria Sharapova tornam a chave feminina ainda mais fácil, e será uma grande zebra não termos o bom duelo entre Serena e Victoria Azarenka na final. Torcerei por Vika, mas infelizmente acho que Serena leva mais uma vez.

A chave masculina reflete o triste declínio de Federer, que será o cabeça-de-chave número sete, pior posição desde 2004. Federer esta irreconhecível neste ano, com 32 vitórias e 11 derrotas na temporada. Para piorar, ele caiu na mesma chave de Nadal, e somente um milagre permitirá que ele chegue à sua sétima final no torneio, para alcançar seu sexto título. Nadal está voando em 2013, tendo conquistado cinco Masters Series além do habitual Roland Garros, e deve retomar o topo do ranking com resultados normais até novembro, e ficará disparado no caso de conquistas ou finais em NY e nos demais Masters e quem sabe as finais de Londres, único grande evento da ATP que Nadal ainda não obteve grandes resultados. Andy Murray está numa fase espetacular desde Wimbledon 2012, quando perdeu de forma sofrida para Federer na final. Em seguida conquistou seu primeiro Grand Slam nos EUA, foi finalista em Melbourne e ganhou Wimbledon neste ano, algo que um britânico não conseguia há quase 80 anos. Sem contar na medalha de ouro no mesmo local, nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Ocorre que algumas contusões o impediram de ter uma boa sequência neste ano, o que o deixa um pouco distante dos dois primeiros do ranking, mas quando esteve em quadra, Murray foi implacável, e acho que entre com 1/3 de chances, de forma igual à Djokovic e Nadal. Djoker continua sendo o mais divertido dos quatro, e também o mais regular, pois consegue evitar contusões e raramente é surpreendido por um tenista de menor qualidade. Tem a chave mais difícil do torneio, com a pedreira Juan Martin Del Potro numa provável quartas, o que pode atrapalhar seu embate com Murray na semi. Vou de Murray e Nadal na final, com vitória do espanhol em quatro sets.

Os palpites a partir das quartas são os seguintes, no tradicional formato de negrito até a semifinal e itálico para os que avançam para a final:

Feminino

S.Williams x Kerber / A.Radwanska x Jankovic

Vinci x Errani / Kvitova x Azarenka

Masculino

Djokovic x Del Potro / Murray x Berdych

Raonic x Ferrer / Federer x Nadal

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Futebol brasileiro caindo pelas tabelas

Neymar disputa bola com o alemão Träsch, em mais uma derrota da Seleção- Reuters

Ouvi de um amigo, há alguns meses, que só fico metendo o pau no futebol brasileiro. Discordo dele, e de qualquer outro que pense assim. Tento acompanhar meu amado esporte com o máximo de isenção possível, e a única vantagem de estar fora do Brasil há 3 anos está no fato de que, atualmente, eu consigo ver as coisas com menos emoção, pois não tenho o desprazer de ver, ouvir ou ler asneiras por parte da fraca imprensa esportiva do país, que acaba criando rivalidades excessivas, exalta jogadores que nada (ou pouco) fizeram e estimula discórdias e até brigas.

Fui favorável à escolha de Mano Menezes quando a CBF o contratou há pouco mais de um ano, mas estou muito decepcionado com seu trabalho. Só que hoje tentarei cutucar uma ferida, que é o fato do futebol brasileiro já não ser mais o mesmo, razão de estarmos produzindo pouco, se compararmos às últimas décadas. A culpa desta situação é de todos nós, atletas, dirigentes, treinadores e torcedores.

Após a má-sorte dos times de Telê Santana nos anos 80, e juntando o início de uma verdadeira debandada de jogadores para a Europa desde então, o brasileiro (sim, você que está lendo) passou a valorizar os resultados e ignorar a importância do tradicional estilo de jogo bonito brasileiro. Começamos a imitar o estilo europeu de jogo, e cada vez mais fugimos das nossas características naturais, com leveza, alegria e irreverência. Esquecemos dos motivos pelos quais crescemos e nos tornamos apaixonados pelo futebol. O futebol que eu gosto é aquele em que os times buscam o gol e jogam limpo, onde geralmente o melhor vence. Respeito equipes defensivas, mas somente quando são claramente inferiores tecnicamente, o que não é o caso da nossa Seleção. Apesar de não culpá-lo por isso, este período negro se iniciou com a chegada de Ricardo Teixeira na CBF, no final dos anos 80. Lazaroni de início à este estilo, alternando bons e maus resultados na Copa América de 1989, Eliminatórias da Copa e finalmente na Copa do Mundo de 1990, quando o Brasil foi eliminado na única boa partida que fez, dominando a Argentina até Maradona ganhar o jogo no passe magistral para Caniggia, nos minutos finais do jogo. O horroroso Parreira piorou ainda mais a situação, conquistando o tetra em 1994 graças a seu time de volantes e o calor norte-americano, com o auxílio de sua competente equipe de preparação física, pois o Brasil era o único time que sempre estava inteiro no final das partidas.

No início dos anos 90, o próprio Telê Santana tornou-se venerado, após cinco anos de sucesso no meu querido Tricolor, mas se olharmos para seus times, veremos que eram muito mais defensivos dos que os esquadrões que o mesmo Telê comandou nos anos 70 e 80. O São Paulo jogava com dois volantes sem nenhum talento ofensivo ou de saída de jogo, e atuava basicamente nos contra-ataques. Ganhava pois tinha jogadores muito bons, em praticamente todas as posições, e até no banco de reservas.

Luxemburgo, que apesar de não concordar com a maioria das atitudes que toma, é para mim disparadamente o melhor treinador do Brasil de todos os tempos, poderia ser a solução, mas os problemas de falsidade nos documentos e a fatídica participação nas Olimpíadas de Sydney em 2000 o derrubaram. Mas seus times, especialmente em 1999, mostraram o Brasil que gostamos de ver, com jogadores habilidosos ao invés de brucutus, que foi o que vimos com o insuportável Felipão, ícone do que eu mais detesto no futebol brasileiro, defensor ferrenho do ganhar a qualquer custo. Enfeiou nosso time mas teve sucesso, em uma Copa do Mundo de entressafra onde ganhamos sem a menor dificuldade, pois contamos com o auge de craques fora-de-série como Ronaldo e Rivaldo, inspiradíssimos no verão asiático de 2002.

Voltando ao meu Tricolor, vem outro exemplo desta triste escolha do brasileiro. Sempre considerei o São Paulo um time que tentava destacar-se por um estilo bonito e ofensivo, juntamente com outras equipes cujos torcedores aprovam esta postura, especialmente o Palmeiras e o Santos. O São Paulo passou anos disputando títulos e ficando entre os primeiros nas competições que disputava, entre 1994 e 2005, mas sem grandes sucessos, amargando vice-campeonatos sucessivos. O time nem sempre era bom, mas muitas vezes foi crucificado por falhar na hora de decidir. Com a chegada de Muricy em 2006, conquistou três brasileiros seguidos, jogando um futebol quase insuportável, jogando na retranca e nos erros dos adversários e vencendo por placares magros.

Vou repetir o que digo sempre, mas para piorar esta situação de cópia do estilo europeu, aumentamos a distância das tradicionais origens ao colocar o comando do nosso futebol nas mãos, quase que exclusivamente, de gaúchos, em sua maioria defensores do jogo viril e combativo, onde 1×0 é goleada e, parafraseando o paulista Muricy, “quem quer ver espetáculo que vá ao teatro.”

Ouço “sábios” analistas, e o treinador, dizer que é uma fase de renivação. O time que deu vexame na Copa América e perdeu da Alemanha, com exceção de Neymar, não tinha nenhum garoto. Neymar nem era o mais novo em campo, e a média de idade dos alemães era pelo menos uns dois anos inferior à dos brasileiros.

Vai demorar muito para o Brasil deixar de figurar entre os melhores do mundo, mas isto é mais por culpa da completa falta de talento dos adversários, que de forma geral estão todos muito mais perto de nós do que em qualquer período, mas ainda assim são na maioria bastante inferiores. Outro fator é que, dois dos principais rivais históricos (Argentina e Itália) sofrem de problemas semelhantes aos nossos, o que abriu espaço para equipes como a Espanha e até a Holanda a assumirem o atual momento de domínio no futebol internacional. Por falar nisso, os holandeses devem assumir pela primeira vez o topo no próximo Ranking da FIFA, onde nosso time deve cair para sexto lugar, e daí pra frente, como também disse anteriormente, vai despencar que nem fruta madura. Parece piada, mas corremos o risco de não estar entre os 20 melhores do Ranking na metade de 2013, e certamente só seremos cabeça-de-chave em 2014 por ser o país-sede.

Infelizmente não vejo correção de rumo, no curto prazo, para esta lamentável tendência do Brasil revelar apenas zagueiros e volantes para o futebol internacional (em grandes clubes), e principalmente a inexistência de centroavantes e meias de criação. Era fã de Alexandre Pato mas já não tenho mais esperanças com ele, que não consegue marcar gols nem na minha falecida vovó. Gosto muito de Neymar, apesar de achar que ele precisa ser controlado, e acho que seu companheiro, o bichado Ganso, e o queridinho do meu Tricolor (Lucas) são absurdamente overrated. Ainda acho que a estúpida diretoria do SPFC se arrependerá por não vender logo esse moleque, que não joga nem 10% do que dizem por aí.

Enquanto isso, temos sorte de presenciar a maravilhosa equipe do Barcelona, que hoje bateu o arquirival (e freguês) Real Madrid, com outro show de bola sob comando de Lionel Messi, para desespero do insuportável, nojento e desleal treinador português José Mourinho, que como de costume, mandou seus jogadores apelar e baixar o sarrafo nos craques catalães, outra prova do seu baixo caráter e senso de esportividade.

Obrigado Senhor, por nos permitir este prazer de ver o Barça !

Brasil correndo perigo no Ranking da FIFA

Brasileiros deixam o campo após eliminação - Getty Images

A FIFA apresentou seu aguardado e importante Ranking na manhã de hoje, e apesar de não trazer grandes surpresas, deu uma chacoalhada em alguns países, como já ocorrera na edição de junho, devido à disputa de importantes competições regionais como a Copa Ouro (CONCACAF) e a Copa América (CONMEBOL).

A seleção do México foi quem mais alternou nestes últimos meses, pois conquistou a Copa Ouro e ganhou 19 posições em junho, chegando na nona posição. Mas o desempenho fraco na Copa América, com seu time C, fez com que os mexicanos despencassem onze posições na edição de julho. Os vizinhos dos Estados Unidos também sofreram bastante, caindo seis posições em julho, e agora estão na trigésima posição, pior colocação deles em três anos. Isso ocorreu pela perda de relevância dos bons desempenhos na Copa do Mundo em 2010 e na Copa das Confederações em 2009, bem como pelos resultados ruins na última Copa Ouro, quando conseguiram perder do Panamá na primeira fase.

O outro lado da moeda apresentou a disparada do Uruguai, após o merecido título da Copa América. Os celestes atingiram a melhor colocação desde o início do Ranking da FIFA, com o quinto lugar, colados no Brasil. As trezes posições ganhas pelo Uruguai ficaram pequenas diante das 16 do Chile, 24 do peru e 29 da Venezuela, que aparentemente chegou no grupo das seleções competitivas, com o belíssimo desempenho na Copa América. Ficou claro que um dos facilitadores deste pulo por parte de algumas sleeções foi o México, que com seu timinho perdeu suas três partidas na Argentina, dando pontos importantes para Uruguai, Chile e Peru no Ranking.

Isto ocorreu devido ao formato de cálculo dos pontos (P) do Ranking da FIFA, que é obtido pela multiplicação de quatro fatores:

M: Resultado da partida (3 pontos por vitória, 2 por vitória nos pênaltis, 1 por empate ou derrota nos pênaltis, e zero nas derrotas)

I: Importância da partida (4 em Copas do Mundo, 3 nas Copas Continentais e das Confederações, 2,5 em Eliminatórias e apenas 1 em amistosos)

T: Nível do Adversário, baseado no Ranking da FIFA (2 para o líder, 1,5 para número 50, 1 para o número 100 e 0,5 para qualquer time abaixo do número 150)

C: Nível da Confederação das Equipes, baseado no desempenho nas três últimas Copas do Mundo(1 para UEFA e CONMEBOL até 0,85 para AFC e OFC)

Considero este um critério bastante justo e eficiente, onde a FIFA acertou o modelo do Ranking em 2005, e aparentemente não pretende alterá-lo tão cedo. Este sistema oferece grande vantagem para o vencedor da partida, o que por si só torna-se correto. Outro fator bastante justo está no nível do adversário, que recompensa os resultados mais difíceis. Os demais fatores geram alguma polêmica, pois a diferença de peso entre as confederações poderia ser um pouco maior, já que as equipes da Oceania não são apenas 15% inferiores às da Europa. E nem as sulamericanas merecem o mesmo peso das européias, na minha opinião.

Por fim, a importância da partida. Considero este fator razoavelmente equilibrado, com importância para partidas que valem alguma coisa, mas acho que ainda deveria incluir um outro nível, distinguindo entre partidas das fases iniciais e finais das competições oficiais. A derrota da líder Espanha para a Suíça na primeira partida da Copa de 2010 recebeu o mesmo peso que a vitória sobre a Holanda na final. Mas este não é o único problema deste fator I. E é nele que o Brasil provavelmente será significativamente prejudicado nos próximos anos, como ocorreu com a Alemanha entre 2005 e 2006 e com a África do Sul entre 2008 e 2010. Também vêm sendo afetadas as seleções da Ucrânia e Polônia (sedes da Euro 2012) desde o final de 2010. O que estas seleções têm em comum ? Foram, ou serão, sede de grandes competições internacionais, que requerem a disputa de eliminatórias, cujas partidas possuem peso 2,5 e são disputadas durante longo período. Os países-sede ficam livre destas disputas, e neste período disputam apenas amistosos, com peso 1, e muitas vezes contra adversários mais fracos. Países da CAF e CONCACAF aidna se beneficiam, como ocorria na CONMEBOL até 2007, de disputarem copas regionais a cada dois anos.

Devido à Copa do Mundo de 2014, o Brasil terá apenas amistosos entre o mês de agosto de 2011 e junho de 2013, com a disputa da Copa das Confederações, para somar seus preciosos pontos no Ranking. Finalmente, o último cálculo para o Ranking leva em conta as partidas mais recentes. Os jogos dos últimos doze meses contam 100%, que se reduzem para 50%, 30% e 20% nos doze meses subsequentes. Desta forma, em junho de 2013 o Brasil terá um ano de amistosos a 100%, outro de amistosos a 50%, um ano de maus resultados em amistosos e na fracassada Copa América de 2011 a 30%, e apenas 20% para o último ano da criticada mas bem-sucedida fase sob comando de Dunga. A não ser que a CBF agende somente jogos difíceis, e ao contrário dos últimos confrontos o Brasil consiga ganhar de algum time ao menos razoável, existe o risco de despencarmos muito no Ranking da FIFA nos próximos dois anos. Mais uma razão para descermos a lenha (mesmo que sem o menor impacto) no querido presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Resta torcer para que consigamos um milagre contra a Alemanha, daqui a algumas semanas em Stuttgart, e depois no dia 11 de outubro, também fora de casa, contra o México, aí sim um jogo um pouco mais fácil, mas que também pode apressar a queda caso nosso “excelente” treinador Mano Menezes continue seu ótimo desempenho na seleção canarinho.

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