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Champions League chega nas quartas-de-final

Marcelo comemora seu belo gol pelo Real Madrid - Getty Images/uefa.com

Surpreendentemente, acertei quase todos os meus palpites para as oitavas-de-final da Champions League. Como vocês podem ver neste meu post de dezembro, errei apenas o Milan, e mesmo assim deixei claro que considerava sua parada difícil, não tanto pela qualidade do Tottenham, mas pelo fraco desempenho do time nesta temporada, apesar de estarem liderando um horrível Campeonato Italiano até o momento.

Acompanhei alguns dos 16 jogos nas últimas semanas, e aguardo ansiosamente o sorteio dos confrontos finais, que será realizado na próxima sexta-feira (18 de março), para poder cravar meus palpites para o desenrolar da competição. Independente disso, continuo considerando o Barcelona muito acima dos demais, mas começo a ter alguams preocupações em relação ao time. Apesar de um meio-campo simplesmente fenomenal, que controla a posse de bola por 2/3 do jogo, o miolo de zaga do time é bastante fraco, e o time sente muito a ausência de um centroavante matador. David Villa é muito talentoso, mas é jogador de esquema e ainda não se adaptou na equipe. Além disso, não é um centroavante de ofício, e quando um torneio como esse chega nas fases finais, os jogos ficam mais difíceis e com poucas chances de gol, o que pode prejudicar o Barça.

Por outro lado, o Chelsea vem numa temporada muito irregular e ainda não definiu um time, mas caso isso ocorra, possui um elenco completo em todas as posições e pode facilmente conquistar o título. Outro time que vem numa montanha-russa é a atual campeã Internazionale, mas desde que Leonardo assumiu apresentam um desempenho brilhante. O reforço do atacante italiano Giampaolo Pazzini tem sido uma grata surpresa, e é provável que o talismã de 2010, o argentino Diego Milito, retorno em breve para estufar as redes adversárias.

Aguardem minhas previcões durante o fim de semana. Um abraço.

Listas dos melhores que vi jogar – Parte 1

 

Careca levantando a Taça das Bolinhas - Globoesporte.com

 

Sou assinante da revista ESPN aqui nos EUA, que há duas edições fez um especial sobre listas esportivas, apresentando recordes e curiosidades dos diversos esportes americanos.

Em homenagem aos cinquenta anos do meu centroavante favorito, na semana passada, vou apresentar minha seleção dos jogadores que marcaram meus 37 anos de vida, e uns 30 como amante e estudioso de futebol. Esta lista não representa necessariamente talento, conquistas ou nacionalidades, mas certamente pende para jogadores brasileiros, paulistas e mais precisamente, do meu grande tricolor. Como escalei um time completo, existem jogadores que orovavelmente foram mais marcantes, mas devido à oncorrência na função, ficaram de fora. Futuramente publicarei outras listas, e provavelmente estes nomes aparecerão.

Este é o time, e depois farei breve relato explicando minha escolha:

Dida; Cafu, Thuram, Darío Pereyra e Leonardo; Davids, Zidane, Baggio e Rivaldo; Muller e Careca

A escolha de Dida pode parecer uma surpresa, mas para mim foi o maior goleiro que vi jogar, bem à frente dos demais. Infelizmente não ganhou uma Copa do Mundo, apesar de participar de 3 edições, mas jogando apenas em 2006. As atuações que vi por Cruzeiro, Corinthians, Milan e na Seleção são memoráveis, e não creio que algum goleiro supere Dida na minha mente. Como goleiro amador, esta é uma das minhas posições favoritas, e farei menção honrosa para Rodolfo Rodríguez, Carlos, Zetti, Pagliuca e Rogério Ceni, que foram outros ídolos no gol.

Minha defesa é formada por 3 grandes defensores que tive o prazer de ver em campo, defendendo meu Tricolor, e Thuram, um monstro que destacou-se tanto na lateral quanto na zaga, liderando a Seleção da França, o Parma e a Juventus por mais de uma década. Meu favorito de todos é Cafu, que é responsável pela maior atuação que vi pessoalmente, na promeira partida da final do Paulista de 1992, quando o São Paulo bateu o Palmeiras por 4×2, com um show de Cafu. Menção honrosa para Aldair, Jorginho, Maicon, Sorín, Ricardo Rocha, Frank de Boer e Brehme.

Formar um meio-campo foi tarefa dificilima, mas estou satisfeito com minhas escolhas. Sou “louco” por volantes, e a garra e capacidade de marcação de Davids garantiram sua escolha. A jogada que fez contra o Brasil, na semifinal da Copa de 1998, impedindo um gol do Ronaldo, ficará para sempre na minha memória, como exemplo de empenho na marcação. Logo atrás entra Mauro Silva, jogador muito parecido com Davids. Zidane é meu jogador favorito de todos os tempos, e para mim está ao lado de Pelé e Maradona como, disparados, os maiores de todos os tempos. Baggio e Zico foram jogadores maravilhosos e muito semelhantes, e escolhi o italiano pelo que fez em 1994, carregando a mediana Itália até a final, e na minha opinião foi um absurdo ele não ganhar o prêmio de melhor jogador daquela Copa. Rivaldo foi, ao lado de Ronaldo, o melhor jogador do Brasil em 1998 e 2002, e sempre deu show por onde passou. Lamento muito o fato dele ter jogado nos principais rivais, mas nunca no São Paulo. Menção honrosa para os já mencionados Zico e Mauro Silva, além de Gullit, Maradona, Messi, Raí, Platini, Pita, Mineiro, Marcelinho Carioca, Gascoigne, Vampeta e Iniesta.

Meu ataque é formado pelos meus dois maiores ídolos no futebol brasileiro, que formaram o melhor ataque que vi no tricolor e atuaram juntos em duas Copas do Mundo, infelizmente no azar de 1986 e no time sem caráter e liderança de 1990. Muller é o maior vencedor que conheço no futebol brasileiro, e a quantidade de jogadas fora-de-série em momentos decisivos fazem dele minha escolha como principal jogador do Tricolor. Careca teve momentos brilhantes e me deu tanta alegria entre 1985 e 1987, que jamais me esquecerei. Seu gol, no último lance da prorrogação contra seu ex-clube (Guarani), em pleno Brinco de Ouro, é um lance que jamais me esquecerei. Era tarde da noite, uma quarta-feira em fevereiro, e eu assistia ao jogo sozinho, pois estava nervoso na sala com meus pais e irmão. Gritei, chorei e pulei tanto na hora do gol, que não sei como os vizinhos não chamaram a polícia. Menção honrosa para Ronaldo, que estaria nesta lista se não fosse meu coração tricolor, Batistuta, Lineker, Owen, Serginho Chulapa, Batistuta, Amoroso, Henry, Kluivert, Klinsmann, Edílson, Evair, Zé Sérgio, Renato Gaúcho, Denílson e Cristiano Ronaldo.

Sei que muita gente vai achar alguns nomes ruins, mas não me xinguem nos comentários, OK ?

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