Category Archives: Sociedade

Back in Action

377 dias depois, volto ao blog para dividir minha sabedoria com meus queridos amigos.

A última atualização foi na manhã do dia 12 de junho de 2014, dia da abertura da Copa do Mundo de Futebol, horas antes do Brasil estrear contra a Croácia. Naquele dia deu para perceber que nosso time era ridículo, dependia imensamente de um único jogador e só avançaria com ajuda da arbitragem, muita sorte e principalmente da fragilidade ainda maior dos adversários, razão pela qual chegamos até a semifinal.

Passado o vexame, com um recorde de gols sofridos por um país sede (14 em 7 jogos), um desempenho de 3 vitórias, 2 empates e 2 derrotas e uma choradeira ridícula durante todo o mês, o futebol brasileiro começou a perceber que já não possui a mesma qualidade, apesar de ainda manter um alto prestígio devido à sua história e tradição de sucesso.

Dunga foi chamado e ninguém acreditava que ele pudesse ter êxito, mas o que se viu foi uma seleção comprometida e bem treinada, consciente de suas limitações e bastante oportunista, nos diversos amistosos que o Brasil disputou, vencendo fortes seleções (Chile, Colômbia, Argentina e França), até a derrota da semana passada, na segunda rodada da fase de grupos da Copa América, contra a Colômbia, onde o Brasil não viu a bola e o 1×0 ficou de ótimo tamanho. A partida confirmou o status de overachiever que Dunga manteve com seu trabalho, pois o elenco é muito ruim, disparadamente a pior fase da Seleção Brasileira em todos os tempos. O baixo nível da Copa América pode muito bem permitir que nossa Seleção saia de Santiago com o título, mas está claro que o futebol sul-americano está muito abaixo do europeu, inclusive nas seleções, não somente nos clubes como já ocorre há décadas. A realidade é que o Brasil já não produz bons jogadores há tempos, nem mais bons volantes, zagueiros e goleiros nós temos, pois estes vinham sendo os jogadores de qualidade surgidos na última década, já que meias e atacantes de alto nível não produzimos há mais de 15 anos, com exceção de Neymar, única luz produzida em terras tupiniquins desde o início dos anos 2000, quando Kaká apareceu em 2001.

O Brasileirão 2015 começou há pouco mais de um mês, e algo que não mudou foi a falta de organização dos clubes. 9 treinadores já foram trocados em 8 rodadas, e existem muitos na corda bamba ou com sua função de interino altamente ameaçada. EM 2014 houveram 23 trocas de treinadores, lideradas pelo Criciúma, pior equipe disparada, com 4 trocas na competição. Alguma surpresa deste desempenho ? 2015 deverá mais uma vez levar um carioca à Série B. Vasco, Joinville e Coritiba são fortes candidatos ao rebaixamento, e a briga será boa pela última vaga no Z4.

O último ano foi uma loucura para o Brasil, com a eleição mais disputada de todos os tempos, onde infelizmente a presidente foi reeleita por uma apertada margem, devido ao apoio maçiço da população menos instruída e daqueles que mamam nas tetas do Estado, grupos que infelizmente não param de crescer neste país. Somam-se a estes desqualificados a meia dúzia de imbecis que vivem no conforto mas defendem o socialismo, sistema que a história provou não ser sustentável ou eficiente. Estes cretinos são os verdadeiros responsáveis pelo fracasso do Brasil, pois são eles que manipulam a massa ignorante e perpetuam o grupo inepto e desonesto que comanda o Brasil desde 2003. Para piorar, esta situação repete-se em boa parte da América do Sul, onde nossos imbecis comandantes desfilam com pompa ao lado de líderes falidos que estão sucateado seus países, enquanto dilapidam relações com parceiros fortes como EUA ou países com visão progressista, racional e liberal, como Peru e Colômbia.

No lado pessoal, o último ano foi extremamente corrido, pois abrimos um novo negócio que vem consumindo praticamente todo o tempo da família, principal razão do silêncio deste blog.

Viver e não ter a vergonha de ser feliz

Decidi utilizar esta frase de início de uma das minhas músicas favoritas, O que é? O que é?, do saudoso Gonzaguinha, como título deste post melado sobre a vida, felicidade, família, amigos e esta época mágica do ano que se aproxima.

Passei esta noite relembrando este ano de 2011, contente com a chegada do Natal que será premiada com a visita dos meus pais e minha sogra, que chegam nos próximos dias. Estou num quarto de hotel ao lado do aeroporto de Dulles, onde as camas são menores que a de casa e eu e a Chris decidimos dormir com as crianças. Como geralmente ocorre nestas situações acabo dormindo com o Rafa, e fico comparando minha relação com ele com aquela com meu pai. Após mais de onze meses, irei revê-lo amanhã, e estou muito contente. Jamais passei tanto tempo sem vê-lo, e por incrível que pareça, este ano de 2011 foi o primeiro que não passei seu aniversário com ele. De todas as datas importantes da família, já havia “perdido” todas durante minha vida, mas jamais o aniversário do meu pai. Sempre tivemos uma relação muito próxima e sou grato por ter relação semelhante com meu filho. Somos companheiros e gostamos das mesmas coisas, de avô a neto, e sei que as próximas semanas serão muito agradáveis para nós três.

2011 foi um ano diferente para mim. Estive no Brasil até o início de janeiro, quando pude rever grandes amigos e a família, e até junho desfrutei da companhia de queridos amigos aqui em Charlottesville. Fomos para Orlando em junho e revimos dois “irmãos”, e logo em seguida tivemos a visita das duas avós aqui em casa, o que nos manteve juntos ao Brasil e  à família por um bom tempo, durante as férias escolares das crianças. Devido a inúmeros problemas burocráticos, ficamos impossibilitados de viajar desde julho, razão pela qual não pudemos retornar ao Brasil neste Natal. Na verdade mal pudemos sair da cidade, e estes últimos meses foram praticamente vividos em nossa casa. Agradeço à Chris por me aguentar neste período, especialmente aos domingos quando o Rafa exige que fiquemos em casa assistindo futebol americano o dia todo (o que não é sacrifício para mim). Em contrapartida, foi um semestre de intensivo convívio entre os quatro, o que sempre é muito bom. E é verdade que fizemos poucas mas boas amizades neste período, curiosamente com dois casais com esposas brasileiras e maridos americanos, com filhas da idade da Helena e que mudaram-se nos últimos meses para o nosso condomínio. Haja coincidência !!!

Ontem foi aniversário da minha linda sobrinha Belinha, e fiquei triste em não poder estar ao lado da família, mas espero poder estar por perto no nascimento da Luisa, nos próximos meses. Conversamos com ela pelo Nextel e vi as lindas fotos da festa pelo Facebook. Apesar de muitos amigos não participarem das redes sociais, muitos o fazem e espero que cada vez mais juntem-se ao Facebook, Twitter, Foursquare e LinkedIn, nem que seja para ter apenas eu como amigo ou seguidor, pois desta forma permitem que eu me sinta por perto.

Saibam que segui seus passos por estas redes, bem como pelo site da Copa Sírio, MSN, Skype, etc. Muitos mantiveram contato através dos embates do fantasy, que neste ano incluíram basquete e o futebol americano. Desde 2008, quando vim pros EUA, perdi diversos casamentos (dois em 2011), nascimento de filhos, cirurgias e sustos por enfermidades, e também momentos de felicidade e superação. Não cheguei a torcer, mas fiquei até satisfeito com o título do Corinthians por saber como tornaria meu afilhado feliz. E estava torcendo para o Santos obter um milagre e vencer o Barça nesta manhã, mas enquanto escrevo vejo o massacre na outra metade da tela, com os 3×0 do intervalo que devem ter trazido dor de cabeça e revolta aos iludidos da baixada, que gastaram dez mil dólares para ir até o outro lado do mundo passar frio e participar deste vexame.

Tenho que desligar pois minha sogra deve estar passando pela imigração em breve e precisamos estar prontos. Vou acordar as crianças. Um abraço a todos e que tenham um Feliz Natal e Espetacular 2012 !!!

Hoje é sexta-feira, dia de Cerveja !

Blue Moon

A deliciosa cerveja Blue Moon - facebook.com/bluemoon

Em homenagem a esta bela, e já um pouco fria sexta-feira de outono aqui em Charlottesville, falarei sobre uma de minhas maiores paixões, a cerveja. Esta maravilha da humanidade, inventada há cerca de oito mil anos e presente em praticamente todas as nações e culturas, vem tornando-se cada vez mais presente na vida social das pessoas, devido à imensa variedade oferecida no mercado, que coloca grandes conglomerados multinacionais como Anheuser-Busch InBev, SABMiller, Heineken, Grupo Modelo, Asahi e Carlsberg ao lado de pequenas e médias cervejarias como minhas favoritas Blue Moon, Samuel Adams e a local Starr Hill, permitindo aos amantes da cerveja a oportunidade de experimentar diversos tipos, formatos e preços desta adorável bebida.

Fui pesquisar as estatísticas sobre o consumo mundial de cerveja, e fiquei surpreso e contente com o crescimento do Brasil neste mercado, consolidando-se recentemente como a terceira nação que mais consome cerveja no mundo, atrás da China e dos Estados Unidos. Ainda estamos longe no ranking de consumo per capita, mas já não somos motivo de piada entre os cervejeiros do mundo. O brasileiro consome cerca de 60 litros de cerveja por ano, o equivalente a 100 garrafas de 600ml por pessoa. Com certeza muitos dos meus leitores consome bem mais que isso. Eu creio que deva consumir pelo menos uns 100 litros por ano. A República Tcheca é o país com maior consumo per capita anual, com cerca de 140 litros de cerveja por pessoa. Aqui vai outro link interessante sobre este assunto.

O acesso a diversas variedades de cerveja, e principalmente a preços que considero justos, é uma das maiores vantagens que tenho por morar nos EUA ao invés do Brasil, onde a oferta vem melhorando a cada ano, mas o preço cobrado por cervejas importadas torna o consumo impossível, o que impede que seja possível experimentarmos diversas marcas e tipos de cerveja no dia-a-dia. O surgimento de boas cervejarias de menor porte, como Baden Baden e Eisenbahn, minimiza este sofrimento, mas é inegável a diferença de qualidade entre as cervejas brasileiras e as européias, portanto ainda falta muito para o brasileiro neste sentido, o que é uma pena.

Há alguns anos que sou consumidor da Samuel Adams, que considero a principal cerveja entre aquelas de posicionamento médio, abaixo das premium, pois possui ótima qualidade e interessantes variações temáticas, conforma a estação do ano, experimentando sabores curiosos e oferecendo as cervejas em caixas mistas, facilitando o consumo e a experimentação. Atualmente eles estão com o tema da colheita e Octoberfest, com cervejas um pouco mais encorpadas, e logo chegarão com as pesadas cervejas de inverno. Nunca gostei de cervejas simpels e aguadas, e logo que cheguei nos EUA comecei a beber a Yuengling, boa cerveja altamente superior às oferecidas pelas gigantes, mas com preço apenas um pouco superior, portanto uma boa opção para o consumo mais frequente. É a cervejaria mais antiga dos EUA, fundada em 1829, no Estado da Pensilvânia.

Com o passar do tempo, comecei a experimentar diversas brejas, seja da América ou Europa, e aqui em casa fazemos experiências quase toda semana, e mantemos nosso estoque com novidades ao lado das nossas favoritas. Misturo tradicionais pilsens européias como Pilsner Urquell e Grolsch com as quase milenares e diferenciadas belgas Leffe e Hoegaarden, juntamente às sempre deliciosas inglesas Bass, Newcastle e a cremosíssima Boddingtons, uma das minhas favoritas e que quase sempre tenho na geladeira.

Por fim, devo ressaltar que, mesmo levando grande vantagem noa cesso a estas maravilhosas cervejas, nenhum lugar do mundo possui o maravilhoso chopp do Brasil, que me faz grande falta por aqui, especialmente nos intermináveis dias de calor do severo verão americano. Aproveitei para tomar muito chopp na minha última visita ao Brasil, para as festas de final de ano, mas já estou com saudade desta maravilha tupiniquim. Recomendo que visitem o site Brejas, criado por amantes da bebida na cidade de Campinas, que oferece uma enciclopédia sobre diversas cervejas, com avaliações de especialistas e consumidores, inclusive eu, que me cadastrei recentemente para avaliar algumas das minhas favoritas.

Steve Jobs para um raro “não-cliente”

Homenagem a Steve Jobs - Apple.com

Num mundo dominado por produtos criados por Steve Jobs e sua Apple, sinto-me cada vez mais como um alienígena, por não ser usuário de nenhum dos principais produtos da venerada empresa, que dominou o mundo na última década, e especialmente nos últimos 4 anos, tornando-se empresa mais valiosa do mundo, quando superou a poderosa gigante do petróleo ExxonMobil, no último mês de agosto. Apesar desta liderança ter sido breve, a Apple continua na cola da líder, e mesmo com o recente desempenho de menor crescimento na sua valorização demonstrar uma tendência (o que curiosamente vem causando a mudar de ação growth para value no jargão de Wall Street), tudo leva a crer que ela irá consolidar-se como a empresa mais valiosa do mundo no futuro próximo. Este link do Google Finance (precisa clicar no x do item Dividend Yield para aparecer a Apple) mostra as maiores empresas do mundo, com diversas métricas de desempenho financeiro, onde a Apple figura entre as líderes em praticamente todos os quesitos.

Um fato que para muitos deve ser curioso em relação a Jobs é a verdadeira origem de sua fortuna pessoal, estimada entre 7 e 8 bilhões de dólares. A grande parte desse montante (4,5 a 5 bilhões) está em ações da Disney, gigante do entretenimento onde ele é o maior acionista individual. Suas ações da Apple valem “apenas” cerca de 2 bilhões de dólares. Jobs tornou-se o maior acionista da Disney quando vendeu seu estúdio de animação, o espetacular Pixar, em 2006, por uma verdadeira fortuna, e desde então faz parte do Conselho de Administração da empresa.

Mas voltando à minha primeira frase deste post, que me coloca como um estranho neste mundo de maçãs por todos os lados. Devo ser a única pessoa que jamais comprou um produto Apple, ao menos para uso pessoal. A Chris ganhou de aniversário da mãe dela um iMac no ano passado, e havia uma promoção que oferecia um iPod Touch gratuitamente, na Apple Student Store. Portanto de uma tacada, minha casa ganhou dois produtos Apple, que juntaram-se a um iPod Shuffle que ganhei (acho que em 2007) em uma Festa Junina na Chapel, escola onde minha cunhada Cristina é professora. Este meu iPod fica na minha mochila e devo ter usado umas 10 vezes na minha vida. Sou obrigado e confessar que comprei meia dúzia de apps na App Store, para o “nosso” iPod, que na verdade é um produto utilizado 90% do tempo pelos meus filhos, beneficiários destes apps por mim adquiridos.

Escrevo este post no meu velho laptop PC (Lenovo ThinkPad T61), quando converso com alguém faço isso no meu Blackberry, que também me serve muito bem para envio e leitura de e-mails, navegação GPS na estrada, Foursquare, etc. Meu pai já tentou me dar um iPad de presente umas quinhentas vezes, mas sempre recuso, pois sinceramente não vejo quase nenhuma utilidade neste produto. Não sou idiota a ponto de não achá-lo muito cool, mas ainda não me convenci a comprá-lo (ou aceitá-lo como presente). Não sei até quando resistirei a esta avalanche, pois devo trocar meu PC em breve, e os MacBooks sempre pintam como fortes concorrentes na briga pela minha preferência. Incrivelmente, meu primeiro contato com produtos de Jobs ocorreu há muito tempo, quando muitos de vocês nem tinha nascido ou ouvido falar da Apple. Meu pai, sempre um visionário, comprou um Apple IIc logo que foi lançado, por volta de 1986. Este pequeno notável foi um grande sucesso da empresa, e não me lembro de haver outro entre nossos conhecidos no Brasil. Como sempre foi o mais tecnológico da família, meu irmão era quem mais usava o computador, que ficava no quarto dele, mas sempre jogávamos juntos e fazíamos programas em BASIC, o que era divertido e ao mesmo tempo um desafio para nós. Anos depois me lembro que meu pai comprou um Macintosh, mas este foi um verdadeiro fracasso, ninguém sabia lidar com o aparelho, e logo encostamos. Não sei se foi o Macintosh Plus, II ou LC, mas lembro que foi um fiasco para nós.

Desta forma, como não sou uma das muitas tietes (e perdoem-me, agora viúvas :-() de Steve Jobs, muitas entre os poucos leitores deste singelo blog, não ficarei chorando ou desesperado, nem direi o quanto ele afetou minha vida, pois como descrevi acima, não sou usuário de seus produtos. Mas é aí que me pego em contradição, pois o gênio deste homem teve sim grande impacto na minha vida, pois sou um dos maiores fregueses da Disney. Não conheço ninguém que consome mais ESPN (empresa do grupo Disney) do que eu e agora meu fiel companheiro de transmissões esportivas Rafael, e quando a TV de casa não está nos canais esportivos da emissora, provavelmente está sintonizado na Disney Channel, onde a Helena assiste Wizards of Waverly Place, Good Luck Charlie, ANT Farm ou os novos Shake It Up e Jessie. A Chris tem direito sobre o controle remoto nas manhãs e noite, mas geralmente assiste os canais onde estão suas séries favoritas, CBS com The Good Wife e Criminal Minds ou NBC com Law & Order: SVU. Para finalizar, minhas últimas (na verdade a maioiria delas) viagens de lazer tiveram o mesmo destino, Orlando, quando compramos apenas ingressos para os parques da Disney.

Mas seu impacto na Disney é ínfimo, então chego ao ponto onde Jobs me vence. Adoro todos os desenhos animados da Pixar, assisti a quase todos no cinema (os últimos com meus filhos) e possuo quase todos em DVD, que já estão gastos de tanto assistirmos. A Pixar mudou a forma como assistimos desenhos, pois além de Jobs tem outro gênio, John Lasseter, no seu comando, o verdadeiro criador da empresa na parte de conteúdo. Se compararmos os desenhos Pixar com aqueles exclusivamente Disney nos últimos períodos, vemos que a Pixar consegue mesclar tecnologia de ponta com histórias que realmente emocionam e tocam nossos corações, independente de nossa idade ou cultura. Toy Story 3 e Up são infinitamente superiores aos “rivais” The Princess and the Frog ou Tangled.

Steve Jobs foi um fenômeno que passou por este planeta, jamais satisfeito com normas e costumes, e disposto a revolucionar e melhorar a vida das pessoas, na maioria das vezes com o objetivo de torná-la mais simples e divertida, e é por isso que ele foi este ídolo e exemplo para todos nós.

KenKen, um passatempo superinteligente

KenKen no formato 5x5

KenKen no formato 5x5 - KenKen.com

Hoje vou falar do KenKen, um passatempo muito divertido, que requer concentração e raciocínio, com diversos níveis que permitem a prática por pessoas de qualquer idade, desde que possuam os conhecimentos básicos das operações matemáticas (adição, subtração, multiplicação e divisão). Descobrimos o KenKen por acaso, quando a Chris comprou um livro deste interessante jogo para o Rafa, há um ano atrás. Meu filho, que adora qualquer tipo de jogo ou desafio para a mente, ficou viciado nele, e a partir de então sempre procuro este jogo na Internet.

O KenKen é um parente do Sudoku, outro excelente jogo, e ambos oferecem diversos níveis, podendo ser solucionados em poucos minutos ou muitas horas. Aqui em casa nós sempre praticamos o Sudoku, que está em todos os jornais, mas muitas vezes ficamos irritados quando enfrentamos um daqueles Sudokus impossíveis, que te obrigam a “chutar” ou fazer uma iteração, para chegar na resposta.

Os dois jogos foram inventados no Japão, e vêm sendo difundidos pelo mundo nos últimos anos, mas o KenKen ainda não conseguiu o mesmo destaque do celebrado Sudoku, o que é uma pena. Para os interessados, recomendo dois sites que oferecem a possibilidade de jogar KenKen online, ou de imprimir os jogos para preencher com lápis. Um é o KenKen oficial, e o outro, que descobri ao pesquisar para este post, está no site Grandejogo.com.

O conceito do KenKen é simples. Para preencher a tabela, devemos colocar os números que formam cada uma das operações matemáticas, cujo resultado e tipo de operação está descrito nos quadros. No exemplo da figura acima, que refere-se a um jogo de 5×5, cada linha e coluna deverá conter os números 1, 2, 3, 4 e 5.

Espero que gostem do KenKen !

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